Wishlist 001 ::: Guarda-roupa

domingo, 21 de maio de 2017

Estamos na luta para diminuir o volume dentro do guarda-roupa, mas não quer dizer que tem que parar de entrar coisa nova. Estou satisfeita com minha evolução em relação a comprar que está vindo junto com quanto mais próxima estou ficando de mim mesma.
Não é uma lista de desejos grande, apenas com certezas.
Por ordem de aparecimento: Saia jeans (Park Bo-Young, em Strong Woman Do Bong-Soon) | Sapatilha preta (Vizanno, em Passarela.com) | Cardigã (Lee Dong-Wook, em Goblin) | Boné (Lee Sung-Kyung, em Weightlifting Fairy Kim Bok-Joo)
Para os dias que vou pular de ônibus em ônibus e saia longa não vai cooperar, ou não quero ficar preocupada com o vento em uma curta de tecido leve, a saia jeans vai ser uma boa companheira. E os modelos com barra desigual são apaixonantes.
Sou uma amante de calçados e acho necessário pode ler como 'quero' mesmo uma tríade de calçados de cor preta. Sapato? Ok; Sandália rasteira? Ok; Sapatilha? X, o modelo da imagem é um que encontrei por acaso e me agradou, mas meu pé é problemático para tamanhos e formatos, então quero encontrar pessoalmente e experimentar. À procura.
O Nordeste é bem quente, mas passo a maior parte do tempo em sala de aula, laboratório ou dentro de ônibus/carro, e se não não programo meu dia com alguma longa caminhada posso me dar ao luxo de usar terceira peça, e cardigã soltinho é um desejo de longa data.
Cada vez cuidados com a pele me deixa mais entusiasmada, e quero desenvolver esses cuidados para além de cosméticos, então, no começo quis escolher uma peça apenas para proteger meu rosto, depois gostei da imagem gerada pelo boné, particularmente, em tom claro, agora estou ansiosa para poder usar um.

Uma história simples — talvez

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Imaginem. As vezes, a mãe consegue nos fazer ouvi-las e sairmos com o guarda-chuva. Ainda bem, porque nesse dia específico, I. Não fiquei encharcada durante 4 horas em um laboratório com ar-condicionado; e II. Dei uma carona. Estou acostumada a minha cabeça ficar repassando os momentos que me assustam, as respostas e atitudes das pessoas para saber se cometi algum erro, e agora ela tem esse outro tipo de momento para reprisar. De coragem. Ofereci uma carona. Pela primeira vez. EM UM GUARDA-CHUVA.
Carona em um guarda-chuva. Pois é, achei a piada ótima.
Muitos, inclusive eu, desceram em uma parada de ônibus, começaram a abrir os guarda-chuvas e seguir seus destinos. Mas, uma garota desconhecida ficou parada, com rosto para chuva com aquela expressão que todos fazemos ao analisar se dar para esperar estiar ou o compromisso é muito importante, ou se a imagem molhada é aceitável para onde vai, ou quantas horas vai ter que aguentar o frio. Sem plot twist, perguntei se a garota estava indo para o setor 'tal' e quando ela confirmou ofereci um espacinho em baixo do guarda-chuva. Rimos quando nos deparamos com uma extensa poça d'água, procurando como ultrapassá-la sem estragos, a vencemos, mas a própria chuva conseguiu um belo ataque a nossos calçados.
Agi antes do meu cérebro alarmar que eu iria incomodá-la, cometer um erro, passar vergonha... Deu certo. Está dando certo. Pequenos grandes momentos como esse me mostram porque não desisti de tentar medicação quando o psiquiatra aumentou a dosagem e senti uma bagunça ainda maior na minha cabeça, nem da terapia quando tive que enfrentar o medo de coisas ainda não ditas a mim mesma. Mesmo com as mudanças dentro de mim, não posso deixar de enxergar tantas que vêm de fora, o que é bem compactado nessas palavras do k-drama Goblin. Uma definição para 'deus' sem peso.

Não tão escuro

sexta-feira, 21 de abril de 2017

 
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